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Atualizado 28/10/2026 08h15
Foz do Iguaçu

Receita Federal apreende 700 ampolas de medicamentos para emagrecimento escondidas em ônibus na BR-277

A carga, achada dentro de caixas de perfumes na bagagem de um passageiro, seguia de Foz do Iguaçu para Curitiba quando o veículo foi parado em São Miguel do Iguaçu.

Resumo

A carga, achada dentro de caixas de perfumes na bagagem de um passageiro, seguia de Foz do Iguaçu para Curitiba quando o veículo foi parado em São Miguel do Iguaçu.

Fachada de prédio da Receita Federal do Brasil
Imagem ilustrativa: unidade da Receita Federal, órgão responsável pela fiscalização aduaneira na fronteira de Foz do Iguaçu. — Foto: Magnus Manrik/Wikimedia Commons · Licença: CC BY-SA 4.0

A Receita Federal apreendeu aproximadamente 700 ampolas de medicamentos usados para emagrecimento durante uma fiscalização em um ônibus de linha que fazia o trajeto entre Foz do Iguaçu e Curitiba. A abordagem ocorreu por volta das 18h50 de sexta-feira (23), na praça de pedágio de São Miguel do Iguaçu, no oeste do Paraná.

Durante a inspeção de rotina, servidores da Receita Federal localizaram volumes com mercadorias que, segundo a fiscalização, tinham origem no Paraguai. Em uma das malas, pertencente a um dos passageiros, os agentes encontraram as centenas de ampolas de emagrecedores.

Os produtos estavam escondidos dentro de caixas de perfumes, numa tentativa de disfarçar o conteúdo transportado. A Receita Federal reteve toda a mercadoria encontrada na bagagem.

Não houve prisão em flagrante durante a ocorrência. A fiscalização de ônibus de linha que cruzam a fronteira de Foz do Iguaçu é rotina da Receita Federal na região, área conhecida por tentativas frequentes de internalização irregular de produtos importados sem a documentação exigida.

Casos de medicamentos emagrecedores trazidos irregularmente do Paraguai têm sido alvo recorrente de operações na fronteira com Foz do Iguaçu ao longo de 2026, em meio à alta procura por esse tipo de produto no mercado brasileiro.

A Receita Federal orienta que a compra e o transporte de medicamentos vindos do exterior sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e sem a documentação fiscal correta configuram infração, além de representar risco à saúde de quem consome os produtos sem orientação médica.

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