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Atualizado 28/10/2026 08h15
Itabaiana

Estiagem e calor elevam atenção para risco de incêndio no Parque Nacional Serra de Itabaiana

Com temperaturas de até 39°C e sem previsão de chuva no agreste sergipano, a combinação de calor e vegetação seca aumenta a vulnerabilidade da unidade de conservação administrada pelo ICMBio.

Resumo

Com temperaturas de até 39°C e sem previsão de chuva no agreste sergipano, a combinação de calor e vegetação seca aumenta a vulnerabilidade da unidade de conservação administrada pelo ICMBio.

Formação rochosa do Parque Nacional Serra de Itabaiana, em Sergipe
Parque Nacional Serra de Itabaiana, administrado pelo ICMBio — Foto: José Jonas (Gosti)/Wikimedia Commons · Licença: CC BY-SA 4.0

O período de estiagem e calor intenso que atinge o agreste sergipano nesta semana, com máximas de até 39°C e nenhuma previsão de chuva, segundo boletim da Secretaria de Estado do Meio Ambiente, Sustentabilidade e Ações Climáticas (Semac), reacende a atenção para o risco de incêndios florestais no Parque Nacional Serra de Itabaiana.

A unidade de conservação, administrada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), ocupa área de transição entre os biomas Mata Atlântica e Caatinga nos municípios de Areia Branca, Itabaiana, Laranjeiras, Itaporanga d'Ajuda e Campo do Brito, segundo informações oficiais do órgão.

Biodiversidade sensível ao fogo

Conforme descrição do ICMBio, o parque preserva espécies de répteis, anfíbios, mamíferos e aves, além de nascentes e recursos hídricos importantes para a região. Documentos oficiais de prevenção a incêndios do órgão ambiental federal apontam a estiagem, o acúmulo de material combustível na vegetação e a facilidade de acesso como os principais fatores de risco de fogo na unidade.

O parque reúne diversas trilhas, cachoeiras, poços e mirantes utilizados para visitação turística e educação ambiental, atrativos que tendem a atrair mais visitantes justamente nos períodos de tempo firme e seco, como o observado nesta semana no agreste sergipano.

Autoridades ambientais recomendam que visitantes evitem fazer fogueiras ou descartar material inflamável nas trilhas e sigam as orientações de segurança do ICMBio durante o período de maior risco, já que o fogo pode se espalhar rapidamente em condições de baixa umidade e vento.

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